Líder do MPLA defende aposta na formação de jovens

Notícias de Angola – O candidato do MPLA a Presidente da República, João Lourenço, defendeu esta quarta-feira uma maior aposta na formação e capacitação técnica dos jovens.

No tempo de antena na Rádio Nacional de Angola, no quadro das eleições gerais marcadas para 24 de Agosto, o líder do MPLA sublinhou que uma das prioridades para os próximos cinco anos é investir fortemente na preparação e capacitação dos jovens, para assumirem os postos chaves de Angola, no futuro.

“Não são os recursos minerais que fazem a riqueza da nação, mas a verdadeira riqueza é o angolano, são os jovens e precisamos valorizar e investir nesta riqueza”, salientou.

Conforme Angop, o líder do MPLA referiu que o investimento nos jovens está a mostrar resultados, cada vez mais alunos concluem o ensino primário e secundário, o número de técnicos diplomados por ano é quase o dobro do que era há cinco anos e a quantidade de graduados no ensino superior duplicou.

Segundo o líder do MPLA, as nações que se tornaram prósperas, investiram na educação, na ciência e no conhecimento do seu povo.

Disse que não se deve desperdiçar o talento, a inteligência e a capacidade de empreender dos jovens e, por este facto, se está a construir um país que investe na educação e no potencial dos jovens.

No tempo de antena, o MPLA destacou os investimentos no sector da educação, com realce para o ensino primário, médio e superior, em que foram construídos e reabilitados mais de 600 escolas, em todo o país e contratados mais de 20 mil novos professores.

Para melhor qualificar os profissionais da educação, foram criadas escolas de formação de professores e 149 unidades de formação profissional para jovens.

Questionado sobre as principais angústias quando jovem, João Lourenço apontou a incerteza de um futuro melhor.

Enalteceu a importância da paz para Angola, que permite desfrutar das grandes oportunidades que o país oferece para os angolanos e criar as condições para se viver cada vez melhor.

Essa é a quinta vez que os angolanos vão a votação, depois dos pleitos realizados em 1992, 2008, 2012 e 2017.

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