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Secretário de estado da cultura faz balanço de 2019 e perspectiva 2020

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Por: Victória Pinto

Aguinaldo Cristóvão, secretário de estado da cultura, classificou 2019 como um ano positivo para a cultura nacional e revelou algumas das metas a alcançar, no sector para o ano de 2020.

Apontado como um ano difícil e de poucos recursos para todos os sectores, Aguinaldo Cristóvão, fez saber em declarações a imprensa, à margem do concurso Um sorriso de criança, que o sector da cultura não foi excepção, registando avanços e retrocessos.

 Começou por destacar o avanço da visão de aumentar o acesso de livro as crianças e aos adultos, de modo a desenvolver conteúdos nos manuais escolares que sejam conducentes com a história e a cultura angolana.

A cultura também registou crescimentos no domínio das actividades de espetáculos de divertimentos públicos, cinema áudio visual em pequenas produções, religião, o acesso as infraestruturas culturais como bibliotecas e outros.

“Nós verificamos que o número de eventos culturais tem crescido, apesar de não haver muitos recursos, conseguimos garantir que hoje o cidadão continue a usufruir dos bens culturais, procuramos manter actualizações de actividades culturais e assistimos com satisfação interesse do cidadão pela nossa cultura”.

O secretário de estado da cultura sublinhou que o seu sector está a consolidar as bases essenciais para que em 2020 possa actuar mais em áreas que carecem de maior atenção.

Secretário de Estado da Cultura, Aguinaldo Cristóvão

Está previsto também para o próximo ano, a aprovação da lei que permitirá o processo de reconhecimento de novas confissões religiosas, a reorganização de religiões reconhecidas e não reconhecidas, o acompanhamento e implementação da política do livro e da promoção da leitura, uma comissão que tem por responsabilidade criar as condições para que os livros sejam mais baratos, a aprovação e implementação do diploma de lei sobre as línguas de Angola, um instrumento que permitirá salvaguardar as línguas nacionais e a linguagem gestual, para que elas possam ser utilizadas no sistema de ensino, de modo a fortalecer a sua utilização nas televisões, rádios e consequentemente estimular os escritores a escreverem ou a traduzir as obras em Língua Nacional.

“Nesse momento estamos a trabalhar a nível de uma comissão criada por sua excelência Presidente da República, no acompanhamento da política do livro e da promoção da leitura, essa é uma de nossas prioridades”.

Aguinaldo Cristóvão acrescentou que já têm algumas parcerias que permitirão que o próximo ano consiga-se melhores resultados.

Aguinaldo Cristóvão é jurista de formação, membro da União dos Escritores Angolanos, da Liga Africana e da ordem dos advogados.

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